domingo, 26 de fevereiro de 2012

Tudo depende do que você dá atenção! Para toda a vibração existe uma experiência equivalente. Tudo depende do nível de confiança ou insegurança que você está emitindo. É impossível que alguém que se sente doente encontre a cura. É improvável que aquele que se sente miserável, enriqueça. É injustificável que aquele que se sente só, encontre o amor. Torne-se aquilo que você mais deseja. Não existe nada que o force a ver a vida com cores cinzas. Palavras amorosas e ternas afetam as moléculas de água, e somos mais de 75% água. Então, eu cuido do que falo, do que penso e como ajo. Não se preocupe como conseguirá o seu objetivo! Este é um trabalho que cabe unicamente ao universo. Cada qual deve sentir-se livre para ser o que é. Preocupar-se demasiadamente com o que os outros pensam jamais fará uma pessoa feliz. O que outras pessoas pensam de você ou como a maioria delas o trata, estes não seriam assuntos do seu interesse. O importante é como você avalia a si mesmo e quanto de orgulho sente de sua vida. Se você vive sinceramente de acordo com sua fé, pode exemplificá-la como o mais valioso modo de vida através da sua própria existência. As palavras têm força. Nitiren disse num dos seus Goshos que " A voz faz o trabalho do Buda". Ghandi dizia "Tenha sempre boas palavras porque as suas palavras se transformam em suas ações". É de Daisaku Ikeda a frase: "As palavras podem criar tanto felicidade como sofrimento. Procure sempre falar palavras que inspirem autoconfiança, alegria e esperança." Muitos de nós sabemos que uma palavra correta na hora certa faz a diferença. E lembre-se: pensamento, palavra e ação formam o que é a nossa vida nesse momento. E antes do pensamento vem a intenção... Para elevar seu estado de vida, ter boas intenções, pensar, falar e fazer causas boas é só recitar com convicção, o Nam-myoho-rengue-kyo

sábado, 14 de janeiro de 2012

Se acreditasse em um Deus, o Deus de Spinoza seria também o Deus de Roberto Rosa. Isso pra mim é budismo !!!!!!!! Roberto Rosa. Baruch Spinoza As palavras abaixo são de Baruch Espinoza - nascido em 1632 em Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677, foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Era de família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno. Acredite, essas palavras foram ditas em pleno Século XVII. DEUS SEGUNDO SPINOZA ( Deus falando com você ) “Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti. Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti. Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer. Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho? Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor. Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso? Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia. Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas. Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste? Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar. Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar. Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti. Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”. Visite BUDISMO NITIREN em: http://budismonitirenriodejaneiro.ning.com/?xg...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011


quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Subir ou sucumbir?!
Publicado no Jornal BS edição 2095

A “dificuldade” é a resistência natural à transformação. Se enfrentar grandes dificuldades com tristeza, maior será o sofrimento. Se o fizer com alegria, maior a alegria.

As dificuldades são combustíveis tanto para a tristeza quanto para a alegria. Assim, é importante “desfrutarmos das dificuldades” com um estado de vida elevado.

A felicidade cresce à medida em que se vence as dificuldades. Portanto, a 3a Diretriz Eterna da Soka Gakkai (Prática da fé para vencer as dificuldades) é fundamental. A prática da fé garante esse estado elevado para vivermos de forma plena e realizada.

Transformar o ambiente

A felicidade absoluta é a qualidade de uma pessoa capaz de transformar o ambiente. No processo de transformação, surgem as dificuldades como prova de que a pessoa avança. Estagnar-se e lamentar conserva a negatividade em sua vida. A felicidade garante e gera a transformação.

Subir ou sucumbir

Diante dos desafios diários, existem duas opções: SUBIR ou SUCUMBIR. Quando aparece a dificuldade, quem escolhe SUCUMBIR, desiste, reclama, abandona, culpa os outros. E o pior, não transforma nada.
Quem decide SUBIR, alegra-se, porque está diante de uma oportunidade de crescimento e transformação. Então, enfrenta tudo e transforma.

Todos têm

Dificuldades são FATOS da vida. Todo ser vivo passa por desafios. Ainda mais aqueles que querem alcançar grandes coisas. A dificuldade não é ESCOLHIDA ou CHAMADA por alguém. São fenômenos que surgem por uma série de fatores. A questão não é buscar a causa, mas saber como você vai se comportar diante do fato.

Nem santos nem sábios

“Nitiren Daishonin declara: ‘Jamais permita que os impasses da vida o perturbem. Afinal, ninguém pode escapar dos problemas, nem mesmo santos ou sábios. (...) Sofra o que tiver de sofrer. Desfrute o que existe para ser desfrutado. Considere tanto sofrimento quanto a alegria como fatos da vida, e continue orando o Nam-myoho-rengue-kyo, não obstante o que aconteça’ (As Escrituras de Nitiren Daishonin, v. III, p. 199).

Não existe uma vida livre de sofrimentos ou um mundo livre de problemas. Na realidade, a vida torna-se interessante pelo simples fato de que ocorrem todos os tipos de desafios. Os que baseiam a vida na Lei Mística são capazes de atrair a suprema sabedoria e ultrapassar todos os obstáculos, não importando o quê; são capazes de atingir uma vida de profundo valor em que todos os seus desejos são realizados” (Brasil Seikyo, edição no 1.219, 27 de março de 1993, p. 4).

Tudo tem solução

Para vencer essa batalha, existe o Budismo Nitiren. Atinja a iluminação e enfrente as dificuldades como um buda. Não existe dificuldade que não possa ser superada por meio da pratica budista.

Por que é fundamental transformar o ambiente?

Porque a pessoa é inseparável do ambiente. Se ela não tem força para transformar o ambiente, ele a transforma e a vida fica à mercê dos ventos. Devido a essa inseparabilidade, a condição interior pode ser influenciada negativamente pelo externo.

Nem a morte os separa

O presidente Ikeda afirma: “Nascemos com um corpo e uma mente (efeito vital) e num ambiente (efeito ambiental) que equivale à nossa energia cármica. Naturalmente, vida e meio ambiente são de fato inseparáveis, pois ambos são manifestações (efeitos) de nossa energia cármica” (Brasil Seikyo, edição no 1.520, 21 de agosto de 1999, p. 3).

Felicidade e ambiente

“A felicidade não se encontra unicamente no ambiente. Existem pessoas vivendo em mansões magníficas que passam os dias chorando. No entanto, nossa felicidade não independe totalmente de nosso ambiente. Não há uma única pessoa que possa clamar honestamente que é feliz se é incapaz de alimentar seus filhos” (Brasil Seikyo, edição no 1.530, 6 de novembro de 1999, p. 3).

A chave é transformar o ambiente

“A felicidade é determinada pela relação entre o ambiente, ou o mundo externo, e nossa energia vital. Uma pessoa controlada por um ambiente negativo está sofrendo. Ao contrário, uma pessoa que se encontra numa situação difícil, mas é capaz de controlá-la e modificá-la, é feliz” (Ibidem).

Alguém forte é feliz

Se a energia vital é fraca, os menores problemas causam lamentações, insegurança e a vida acaba num impasse. Adquirir vitalidade para resolver os problemas cotidianos fortalece a pessoa e ela não recua. A medida em que vence questões maiores, mais forte se torna a energia vital — mais a felicidade se fortalece.

Feliz é quem tem uma poderosa e constante vitalidade e transforma o ambiente de acordo com suas aspirações.

Lute com alegria

Já que é natural enfrentar dificuldades, que seja com alegria, disposição e felicidade. Esse é o caminho da iluminação, onde tudo é motivo de mais alegria.

Eterna felicidade

A prática da fé que não é derrotada pelas dificuldades é a força para construir o eterno castelo da felicidade. Esse tipo de prática garante esse estado iluminado e transforma o ambiente.

Desfrutar as tormentas

“Quando adentramos no caminho da iluminação, podemos desfrutar completamente, das profundezas de nosso ser, todas as tormentas da vida, temporais e rajadas terríveis bem como, naturalmente, brisas primaveris, o céu azul e o brilho do sol; atingimos um supremo estado no qual a vida é alegria, e a morte, serena.

Seguir esse caminho garante que experimentemos essa eterna realização e esperança. O Buda Nitiren afirma: ‘Quando surgem as dificuldades, devemos considerá-las como alegrias’”(BS, edição no 1.394, 14 de dezembro de 1996, p. 3).

Vencer e vencer

Os verdadeiros vitoriosos são aqueles que triunfam sobre as dificuldades. Essa é a marca de um membro da Soka Gakkai.

Jamais desista

“Quando a Lei Mística brota em nosso coração, nossa vida resplandece como o sol em perfeita paz e serenidade com força infinita. Esse é o estado de Buda. A manifestação do estado de Buda e a derrota das forças negativas são uma única coisa.

As maldades existem tanto em nossa vida como em nosso ambiente. Porém, derrotá-las ou sermos derrotados por elas depende unicamente de nosso espírito e de nossa determinação.

O importante é vencer incessantemente. A prática budista consiste em jamais desistir dessa luta. Devemos cultivar um espírito que jamais, de maneira alguma, seja arrastado por influências negativas” (BS, edição no 1.510, 5 de junho de 1999, p. 4).

Conclusão

De forma simples, a terceira diretriz diz para cada pessoa: “Você também desfrutará a maior felicidade sem falha”.

Ela dá “esperança e rejuvenesce o espírito de desafio no coração daqueles que, atolados na escuridão do sofrimento, resignaram-se e cansaram-se.

Numa sociedade estagnada e colocada num impasse, é assegurar que os seres humanos tenham um potencial ilimitado para resolver todas as dificuldades” (BS, edição no 1.394, 14 de dezembro de 1996, p. 3).
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Prática da fé para conquistar a felicidade (NMRK).
Brasil Seikyo Edição 2094
Você não transforma para ser feliz.
Você é feliz para transformar

Essa é a segunda Diretriz Eterna da Soka Gakkai. A verdadeira felicidade não é a mera satisfação de desejos pessoais, nem apenas a conquista de objetivos. É desfrutar a ilimitada alegria da Lei Mística. Sendo feliz, você é capaz de mudar sua realidade. A felicidade absoluta é possível — é um direito de todo ser humano.

Dois tipos de felicidade

Existem dois tipos: A ABSOLUTA e a RELATIVA.
A felicidade absoluta garante a conquista da relativa. Isso porque a relativa está dentro da absoluta. Já a absoluta não está dentro da relativa.
Felicidade relativa

O presidente Toda afirmou: “FELICIDADE RELATIVA é realizar os desejos tais como ganhar bastante dinheiro, casar com uma mulher ideal, ter bons filhos, adquirir a casa própria ou ter boas roupas. Conseguir esses tipos de desejos chama-se felicidade relativa. Embora não sejam grandes realizações, as pessoas pensam que alcançaram a felicidade”.

Felicidade absoluta

“A FELICIDADE ABSOLUTA chama-se iluminação. Então, em que consiste a felicidade absoluta?
É sentir profunda alegria e satisfação só pelo fato de estar vivo. Não haverá mais dificuldade financeira, a vida transbordará de boa saúde, harmonia familiar, sucesso no trabalho, enfim, sentir plena satisfação em tudo o que vê, em tudo o que ouve. ‘Ah! Como sou feliz!’ Quando isso ocorrer, este mundo mundano transforma-se na terra pura da iluminação e isto se chama felicidade absoluta.”

A conquista da felicidade absoluta

“Então, como conquistá-la? O senso de felicidade relativa deve ser conduzido para tornar-se senso de felicidade absoluta. Isso se consegue somente com a prática budista, e nenhuma outra é capaz de realizá-la.”

Não cai do céu

A felicidade não é concedida por nada externo. Não se deve orar e esperar que ela caia do céu. Ela não surgirá num tempo futuro por merecimento, depois de se acumular muitas causas positivas e boas ações. A felicidade absoluta existe no presente momento, no aqui e no agora. E o melhor, depende da própria pessoa da forma como ela é.

Paz e felicidade

“Ter fé significa viver de forma fiel a nós mesmos, como somos, e atingir um estado em que podemos dizer francamente: ‘Ah!, esta é a verdadeira satisfação’, ‘Minha vida é uma grande vitória’. Isto é paz e felicidade.”

A causa da transformação

Muitos conceitos pregam que a felicidade vem após um longo processo. Mas, do ponto de vista do Budismo Nitiren é o ponto de partida. A felicidade capacita a pessoa a transformar o ambiente. É a causa da transformação e não o efeito.

Não confunda

O presidente Ikeda comenta: “Atingir o estado de Buda é confundido com atingir um objetivo, mas não é assim. Essa forma de pensar é um equívoco.

O estado de Buda é a própria esperança — esperança de avançar eternamente se autodesenvolvendo, produzindo transbordante realização e crescente serenidade e satisfação, com o espírito progressivo de sempre empenhar-se para concretizar um maior crescimento e auxiliar cada vez mais as pessoas a se tornarem felizes”.

Ponto chave da felicidade

A felicidade é determinada pela relação da energia vital da pessoa com o ambiente.

Como é essa relação?

Feliz é quem domina e transforma o seu ambiente.
O infeliz é dominado e transformado por ele.

Chakubuku

Alguém que realiza o Chakubuku possui a energia vital forte o suficiente para transformar qualquer ambiente.

O dominado

Uma pessoa dominada por seu ambiente vive na negatividade e é limitada pelos problemas. Ela sente-se incapaz de propagar o Budismo e está sempre ressentida e aguardando que alguém a salve.

Ser feliz

A felicidade não é demonstrada pelas suas conquistas pessoais. É por meio do seu estado de vida que a felicidade é percebida naturalmente pelas outras pessoas, gerando comentários: “Como essa pessoa é diferente!” “Sinto-me bem quando estou perto dela!”

E os objetivos pessoais?

Os objetivos pessoais são conquistados de forma plena quando são baseados no Kossen-rufu. O determinante é a resposta para uma simples pergunta: “Para que eu quero isso?” Se for para satisfazer o ego, é egoista e cairá na armadilha da “generosidade humilhante”. Se for para o Kossen-rufu, você é um buda.

Transformação da realidade

A conquista total e duradoura dos objetivos pessoais surge como consequência de um estado de vida elevado — da felicidade absoluta. A transformação do estado de vida é a transformação da realidade.

Satisfação total

Os objetivos pessoais são muitos e variados. Desejá-los como mortal comum é limitante e nem todos serão alcançados. Entretanto, desejá-los como um buda garante a satisfação total. Isso porque um buda possui sabedoria e energia vital transbordante, capaz de mudar qualquer destino e ambiente. Para se tornar um buda, basta concretizar a revolução humana, que é a transformação interior.

Sabedoria e energia vital

“Quando possui ‘sabedoria’ e ‘energia vital’ originadas da prática da fé, uma pessoa torna-se capaz de conduzir toda a sua vida para uma direção melhor e cada vez mais sólida. Isto não é ilusão — é vitória e mais vitória que ocorre realmente. O verdadeiro e sábio praticante é aquele que consegue introduzir a si mesmo nesse ritmo.”

Felicidade absoluta garante a relativa

A felicidade absoluta é inseparável do ambiente. Isso é excelente! Pois, se você alcançar a felicidade, ao mesmo tempo, o ambiente mudará. Mude seu interior que o exterior muda simultaneamente. Conquistar a felicidade absoluta é conquistar a relativa. “O Budismo é o corpo e a sociedade a sombra.”

Conclusão

O presidente Ikeda conclui: “Todos, sem exceção, procuram a paz e a felicidade. Uma pessoa pode perseguir o ‘tesouro do cofre’, enquanto outras, o ‘tesouro do corpo’, como posição ou riqueza. Mas a verdadeira felicidade está em acumular os ‘tesouros do coração’.

E a essência do tesouro do coração é um grande estado de vida totalmente dedicado à fé. Nitiren Daishonin diz: ‘Não há maior felicidade para os seres humanos do que recitar o Nam-myoho-rengue-kyo... Não há maior felicidade do que ter fé no Sutra de Lótus’ (WND, v. I, p. 161).

E ele nos incentiva a considerar tanto o sofrimento como a alegria como fatos da vida e continuar a recitar o Nam-myoho-rengue-kyo (Ibidem).

Essa não é uma felicidade que pode ser obtida por meio da satisfação dos anseios ou dos desejos. É uma questão de experimentar a ilimitada alegria da Lei de receber livremente e desfrutar a felicidade derivada da Lei que surge em nossa vida.

Cada um de nós pode, definitivamente, atingir esse estado de paz e felicidade. E como essa paz e felicidade derivam de nossa vida, são duradouras. Não se trata de conduzir uma existência tímida e fraca, procurando evitar obstáculos e maldades.

Ao contrário, devemos ter o espírito de ‘Haja o que houver, eu sobreviverei!
Eu escalarei uma outra montanha!
E quanto mais escalar, mais poderei desfrutar minha vida e mais pessoas poderei tornar felizes’. O Budismo Nitiren é o ensino para conduzir a suprema vida ativa”.

Todas as citações constam nas seguintes fontes:
BS, edição nº 1.213, 28 de fevereiro de 1993, p. 4.
BS, edição nº 1.447, 7 de fevereiro de 1998, p. 3.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Budismo e Comunicação com Espíritos (mediunidade).
* continuando com o tópico do grupo budista do yahoo, segue outra opinião sobre o assunto abordado. Na mesma linha de raciocínio do post anterior: Relato Espírita de um Budista.

O Budismo não nega a existência de poderes ocultos ou paranormais, porém, eles não tem nenhuma utilidade pratica para mudança do Karma ou iluminação.

Por isso o Budismo é uma religião humanista, acredita que apenas o ser humano - através da sua Revolução humana - pode melhorar o mundo físico e espiritual!

O discípulo do Shakyamuni chamado Maudgalyayana era considerado o que tinha "os maiores poderes sobrenaturais" daquela época.

Preocupado com a mãe que tinha sido uma pessoa muito ambiciosa e mesquinha, ele entrou em estado de meditação e começou a procurar pelo espírito da mãe no Universo.
Maudgalyayana foi capaz de ver a mãe, que tinha morrido, sofrendo no mundo da fome ( estado de vida fome). Porém os seus poderes paranormais NÃO serviram para salvar a sua mãe.


O que salvou a sua mãe foi oferecer comida para o maior número de Monges budistas que encontrasse e pedir para que eles orassem para o espirito da sua mãe.
Trazendo isso para os dias de hoje, nada adianta ver espiritos ou falar com eles... é uma realidade/ dimensão diferente da que vivemos.

Para mudar o estado de vida que o espirito está, devemos fazer bastante daimoku/ meditar, ensinar as pessoas o daimoku - principalmente as próximas a pessoa falecida.


Quando a gente faz o daimoku, fortalesce o estado de Buda no Universo. Somos como filtros.

Como o Daisaku Ikeda disse no livro Vida um Enigma uma Joia preciosa. Apenas os seres em estado ativo ( encarnado) podem mudar o estado de vida.
Como o Esho-funi EXPLICA, filtramos o estado de vida do ambiente.. a inseparabilidade do ser e do meio ambiente.

Quanto mais pessoas próximas ao falecido meditarem para ele, maior será a possibilidade dele atingir a iluminação.

Tem uma ilustração disse no diálogo do dia 19 de junho - http://www.soldelotus.com/skype.htm

Quem ainda tiver dúvidas, leia o livro do Daisaku Ikeda - explica direitinho e FAZ SENTIDO a teoria do Sutra de Lótus sobre a fusão do espirito com o estado de vida no Universo (vibração) semelhante ao estado de vida na ocasião do falecimento.

Ex:
Se a pessoa falece com depressão e sofrimento MENTAL, ela se fundi com o estado de vida inferno.
Se a pessoa é muito ambiciosa e mesquinha como a mãe do discípulo do Buda, estado de vida fome.

E assim por diante, os 10 estados de vida também existem no universo e semelhante atrai semelhante.

Por isso devemos nos esforçar para elevarmos o nosso estado de vida e assim, interagir com vibrações/energias/estados de vida mais elevados enquanto seres humanos encarnados e para fundir com eles quando o momento de deixar o corpo físico chegar.

A revolução humana acontece dentro da gente, elevando o estado de vida em direção ao estado de Buda.

Ps: Um pequeno trecho do livro Vida um Enigma uma Joia preciosa aqui.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Relato espírita de um Budista.
A primeira parte do e-mail que recebí são idéias e a segunda um relato. Tanto o Wanderson como eu sabemos que esta é uma questão "delicada" de ser abordada ou de ser contada como relato, mas mesmo assim, ele me permitiu publicar no blog porque achamos que será interessante e esclarecedor para muitos.

O kardecismo realmente é fascinante. É considerado a ciência dos espíritos. De fato tem muito estudo e muitos relatos de verdades. Quem vive esta experiência não tem como contestar. É real. Existe. Mas não podemos deter todo conhecimento. Nem no kadercismo, nem no budismo, cristianismo, nem em religião nenhuma.

O que o budismo Nitiren Daishonin propõe, e que eu de fato entendo, é uma filosofia libertadora.

Liberta não disso ou daquilo, fatos corriqueiros da vida.... ele liberta você de todo apego mundano, toda ilusão maya. O mundo em que vivemos, esse email, essa tela de computador, a nossa casa, nossa sociedade, corpos, planeta, tudo quanto é matéria, tudo, tudo é ilusão. Não é um mundo real, a realidade tem outro significado, não é maior, nem menor, apenas existe em outra condição que não entendemos agora, podemos perceber a pontinha desse iceberg, mas há muitos mistérios.

O budismo Nitiren se preocupa com aquilo que é mais urgente
para cada um de nós.

Imagine um doente no leito de um hospital, agonizando. Ele toma os medicamentos de hora em hora, aplicam lhe soro e dão todos os cuidados necessários. Seria eficiente, mostrar para essa pessoa, nesse momento, as últimas descobertas da física, antropologia ou arqueologia?

Seria ideal ensinar um língua como o francês? É importante ele saber como andam as bolsas de valores do mundo e as relações políticas de cada país? Não. É óbvio. Todos esses assuntos têm grande importância para nosso mundo, para nós mesmo, quando perfeitamente sadios e na ativa, trabalhando e produzindo.

Nossas relações subjetivas são exatamente iguais. O capítulo Hoben do Sutra de Lótus, que recitamos todos os dias, diz exatamente isso. (você tem a tradução?)

Vivemos doentes, embriagados pela ilusão da matéria. Sofremos porque nos apegamos e temos desejos e emoções muito baixos. O budismo Nitiren propõe a chave de ouro para a entrada à iluminação.

Então, ainda que os espíritos se comuniquem, se deus existe, se é Lei mística, se há reencarnação ou isso ou aquilo não é assunto de urgência para nós moribundos.

Necessitamos de eficácia, tomar o remédio certo e urgente (Nam-myoho-rengue-kyo) para nos livrarmos das doenças do ódio, da fome, do inferno, da alegria, da calamidade, das promessas impermanentes de bem estar e vibrar na verdadeira vida de luz e riqueza que são os estados de Erudição, Absorção, Bodhisattva e Buda.

Acredito que isso não me impede, nem você de buscar conhecer os encantos do mundo, olhar atendo, crítico e desapegado.

O nosso Sensei empreende esforços recomendando para lermos mais de 100 obras de variados assuntos e autores. Então ao invés de estudarmos kadercismo, vamos estudar o cristianismo, o alcorão, as religiões pagãs, wicca, enfim, tudo pode ser visto, o budismo não proíbe nada, tudo é conhecimento .... no fim você irá entender, como eu entendi, e por isso abandonei o espiritismo, que o que vale é o caminho direto, os outros são longos e ilusórios atalhos, embora o destino seja o mesmo.

Eu entendo que a postura de busca sempre iluminará mais o budista. Eu estudo de tudo. Tarot, numerologia, religiões, runa , I Ching, teosofia, astrologia, e um punhado de outras coisas, mas permaneço sereno e fiel junto ao nosso grande mestre Sensei, pois tudo o resto é ilusão.

Espero de coração poder ter contribuído para sua reflexão. Não sou dono da verdade ninguém e nada é.

Parte II

Eu fui espírita kardecista por aproximadamente 15 anos.

Neste período me dediquei a estudar a doutrina. Li os livros dos espíritos, dos médiuns e o evangelho segundo o espiritismo, entre outros.

Fiz vários cursos: Curso de desenvolvimento mediúnico, curso de passes espirituais, curso de terapias espirituais....

Desenvolvi minhas muitas mediunidades: psicografia, psicofônia, desdobramento, clarividência, ouvia o mundo espiritual, pictografia, entre outros....

Trabalhava no centro assiduamente às segundas, terças, quintas e sábados.

Foi um período muito bom na minha vida. Aprendi muito. Foi lá que aprendi sobre a lei de causa e efeito, reencarnação e vida após a morte.

Na época que ouvia espíritos e me comunicava com eles não percebia nenhuma conduta de baixo estado de vida. Pelo contrário, vivia feliz e muito mais equilibrado antes mesmo de chegar lá no centro.

Com o kardecismo aprendi a administrar melhor minha sensibilidade e desenvolver minha autocura. Acrescentou em muito as técnicas de autopasses, por exemplo. Cheguei a ter bons amigos espirituais que me acalentavam muito, os bons espíritos me assistiam e me passavam mensagens que ajudou em muitos períodos de crise, cresci e realizei uma verdadeira reforma íntima no meu ser.

Quando fui convidado a ser budista (e dia 06/07/2011 fez três anos) pensei muito nessa mudança. Deveria haver um significado maior nesta religião que superasse minhas expectativas diante do espiritismo cristão.

Eu já estava cansado do cristianismo, acredito que a mensagem do Cristo, um verdadeiro Buda, foi totalmente deturpada e moldada às manipulações do clero interesseiro e egoísta. Nada tem haver hoje a Bíblia dos verdadeiros propósitos do Cristo. [opinião minha].

Eu já percebia também que o espiritismo passa uma mensagem subliminar de pedinte. Você é encorajado a se libertar de várias amarras karmicas, mas ao mesmo tempo, a essência da doutrina te põe aos pés de um deus superior, espíritos superiores, anjos, mentores, o qual você tem que pedir, pedir, pedir...

Lembro de várias orações que praticávamos, além das espontâneas: Pai nosso.... o pão nosso de cada dia DAI-NOS hoje.... Senhor, FAZEI-ME instrumento de vossa paz.... perdoe nossos pecados... dai nos a fé e a razão, dai nos a caridade pura.... dai... dai... dai..... peço perdão, perdoai, perdoai...

Entendi, tempos depois, que não devia pedir perdão por nada. Que não existe nada e ninguém superior. Somos todos iguais, veja a contradição cristã:

"Deus fez o homem a sua imagem". Oras, se você faz alguém a sua imagem, como pode ser superior a ela? Deus é deus.

Ainda somos dotados de fraquezas e mazelas, mas o cristianismo prega um deus fora de você, uma cura fora de você, uma felicidade fora de você, distante, vindoura, num lugar que não é esse, não está em você.

Os cristãos só fazem lamentar, pedir para que se retire o mal, para que cessem os sofrimentos..... "oramos ao senhor nosso deus para que haja paz no mundo, pedimos que nunca nos deixe sofrer, oramos para nos conduzir pela paz, pedimos sua benção, pedimos que me perdoe, pedimos, pedimos.

Descobri no budismo de Nitiren Daishonin que não devemos pedir nada nem a deus, nem a ninguém. Somos responsáveis exatamente por aquilo que temos.

Se minha vida vai mal, não é castigo, é consequência. Isso significa que fiz algo antes que desencadeou o que vivo agora. Se quero um futuro melhor, de paz, saúde, prosperidade, "benção" ou boa sorte. Ninguém vai me dar isso, ninguém mesmo.

Eu é que tenho que fazer causas positivas, desafiar meu karma, talvez de preguiça, talvez de reclamão, de intolerante, de vítima, de ódio, eu e somente eu, tenho o destino nas minhas mãos, eu vou mudá-lo, eu transformo meu karma, minha vida e meu mundo a partir de bons atos, bons pensamentos, boas atitudes, ou seja, com criação de novos valores efetivando uma verdadeira revolução humana na minha vida.

Como pode, por exemplo, você tratar bem as pessoas que convivem com você, com amor, respeito, valorização, dar bom dia as pessoas de seu bairro, comunidade e cidade. Honrar seu pai e sua mãe, tecendo o diálogo com eles, sendo verdadeiro. Sendo menos mesquinho e possessivo nos relacionamentos amorosos, sendo menos sovina com seu dinheiro, menos capitalista e materialista.... adotar o humanismo como padrão de vida, semear a paz, conduzir as pessoas ao verdadeiro estado de felicidade.... como.... como ainda assim, você vive em lamentação, doença e desgraça? Não.

A partir do momento que você muda, que você transforma seu karma, que você se responsabiliza pela sua vida, por tudo que vive nela, que você tem que mudar sua sorte, seu destino, ninguém, nenhum deus irá interferir.

Porque você encontrou a verdadeira felicidade, é realmente feliz, independentemente das condições, nada é problema ou sofrimento, tudo é boa sorte e oportunidade de evidenciar o verdadeiro buda que existe dentro de você. Evidenciar o Deus que mora em você. Evidenciar o paraíso prometido que está dentro de você, com você e agora.

Foi isso que aprendi no budismo e selei de fato minha conversão à essa maravilhosa doutrina, filosofia e religião. O budismo é algo realmente libertador e encorajador para fazermos de nossas vidas exatamente aquilo que desejamos, sem precisar intermediários.

Nam-myoho-rengue-kyo.

Estou aberto para novos diálogos, gosto muito.

Wanderson Nunes Ferreira
Converti-me em Corumbá/MS e sou filho dessa terra, de Jardim.
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domingo, 3 de julho de 2011
Unicidade de Pessoa e Lei “Faça da Lei uma ilha e nela construa sua vida”
BS 2090 - Publicado em 02/Julho/2011 -
Introdução

Este princípio explica a relação da pessoa com a Lei. Existem diversas maneiras de considerá-la. Nesta matéria, será exposta a mais simples relação e seu desdobramento no cotidiano. O Budismo Nitiren não possui como ponto central o conceito de um salvador.

Portanto, não existe diferença entre a pessoa e a Lei; a relação é da mais absoluta igualdade. A filosofia budista ensina um meio prático e eficaz de transformar o destino por meio do princípio da Unicidade de Pessoa e Lei.

O objetivo da prática

Uma pessoa não pratica o Budismo para atingir aquilo que ela já é. Todos são budas. A prática da fé existe para manifestar essa verdade na realidade diária. Ela reeduca as ações a ponto de torná-las totalmente baseadas no estado de Buda. Sendo direto, uma pessoa não pratica para ser conduzida, ela pratica para conduzir a própria vida, inspirada pelo estado de Buda.

O mortal comum é o buda

“O mortal comum é o Buda verdadeiro. Gostaria de interpretar esse ponto como a suprema declaração da ‘humanização do Budismo’”.

Por que é tão difícil acreditar que sou um buda?

Porque, no fundo, o que se deseja é viver na dependência de alguém ou de algo superior. Aparentemente, é mais fácil viver como vítima ou subserviente; mas na verdade não é. Muitos usam a fé para adorar algo externo ou pessoas, para esconder seu desejo por dependência. O resultado de uma vida assim são dificuldades, sofrimentos e infelicidade.

Suprema igualdade

Todos são iguais na iluminação, somos budas, e um buda é a Lei Mística. Portanto, cada pessoa representa a Unicidade de Pessoa e Lei. Todas são dignas do mais elevado respeito.

Religiões autoritárias

Devido a esse princípio, uma religião autoritária não produz resultados concretos. Quando seus ensinos pregam a diferença entre as pessoas, revelando que algumas são superiores, essas ­religiões falham em enxergar a natureza iluminada do ser humano. E, sem essa visão, são incapazes de transformar a vida das pessoas.

Torne-se uma ilha

“Ananda, que sempre havia seguido as orientações do Buda Sakyamuni, em certo momento, questiona o Buda: “’Como iremos orientar nossa prática após sua morte?’’
E Sakyamuni responde: ‘Ananda, torne-se uma ilha e dependa de si mesmo. Por meio de seus esforços, faça da Lei uma ilha e nela construa sua vida’.” Sobre o trecho acima, o presidente Ikeda comenta: “Na verdade, ele está dizendo: ‘Torne-se senhor de sua mente’, para nós, isso significa devotar-nos completamente à fé.

Coragem indomável

“O ensino de Nitiren Daishonin refuta todas as filosofias e religiões que forçam as pessoas a se ajoelharem diante da ‘autoridade religiosa’, e faz que abram a ‘grandiosa vida sagrada’ que existe dentro delas. Foi por essa razão que Daishonin enfrentou grandes perseguições. Ele empreendeu uma nobre luta pelos direitos humanos com uma coragem indomável.”

Entenda o funcionamento da Lei Mística

A Lei Mística é o ritmo vital constante que conduz todos em direção à iluminação. É o fluxo natural da vida, e esse fluxo é o próprio estado de Buda.

Como ela se manifesta na vida diária?

A Lei Mística se manifesta na realidade diária por meio da pessoa. E o princípio da Unicidade de pessoa e Lei ensina como fazer isso.

Gosho

“Em Sobre Atingir o Estado de Buda nesta Existência, Nitiren Daishonin afirma:
‘Se pensa que o estado de Buda existe fora do seu coração, isso já não é mais Lei Mística; é um ensino contrário a ela’.
Embora a ‘Lei’ pareça sugerir algo separado de nossa vida diária, na verdade, ela somente pode existir em nosso coração.”

Realize o trabalho do Buda

A Lei Mística direciona as ­pessoas à iluminação, este é o trabalho do Buda. A pessoa que realiza o mesmo trabalho, se torna una com a Lei e manifesta o estado de Buda. Isso é Unicidade de Pessoa e Lei, é atingir o estado de Buda.

Felicidade absoluta

Ao realizar o “trabalho do Buda”, a pessoa deixa de ser vítima, de ficar nas mãos do destino e torna-se livre e capaz de viver feliz, absolutamente.

Missão de vida é viver no ritmo da Lei

O presidente Ikeda afirma: “O Buda do tempo sem início, ou kuon ganjo, o buda que existe eternamente sem início ou fim é a própria vida do universo. É o constante e incessante trabalho de conduzir todas as pessoas à iluminação, sem um instante de pausa.

De fato, esse buda eterno e nós próprios somos um só. Isso significa que viemos trabalhando para conduzir as pessoas à felicidade e empenhando-nos pelo Kossen-rufu desde o remoto passado, e não somente nesta existência.

Quando nosso ponto de vista expande-se do presente para a totalidade de todo o eterno universo, despertamos para a nossa profunda missão de vida”.

O meio prático e direto

Para se manter nesse ritmo universal, existe o Daimoku e o Gohonzon. “O Nam-myoho-rengue-kyo é a Lei mas, ao mesmo tempo, é também a vida do Buda.
A Pessoa e a Lei são unas. E a Unicidade de pessoa e Lei é o ponto mais importante.”

O propósito do Gohonzon

“Foi exatamente por isso que Nitiren Daishonin inscreveu o Gohonzon. Nada poderia ser mais concreto ou verdadeiro. Pela recitação da Lei Mística ao Gohonzon, Daishonin tornou possível para as pessoas comuns dos Últimos Dias ficarem unas com o ‘Buda que está sempre aqui, pregando a Lei’. O Gohonzon incorpora a Unicidade de Pessoa e Lei.”

Oração e ação

‘‘Quando abraçamos o Gohonzon e nos empenhamos pelo Kossen-rufu, o ‘Buda eterno que está sempre aqui, pregando a Lei’, surge em nossa vida. [...] Sobre isso o presidente Toda fez o seguinte comentário:

‘Isso significa que o universo é uno com o Gohonzon. Desde o remoto passado, a vida do Nam-myoho-rengue-kyo é una com o universo. Como nossa vida é o Nam-myoho-rengue-kyo, ao orarmos ao Gohonzon e fundirmos nossa vida com a vida do Gohonzon, o poder deste flui dentro de nós. Podemos observar as questões do mundo sem nenhum erro de julgamento.’”
Conclusão

O presidente Ikeda conclui: “A essência do Budismo consiste no desenvolvimento do próprio indivíduo por meio de sua determinação e árduo esforço e não na dependência de alguém ou de algo. Devemos desenvolver um espírito de iniciativa própria, sem ficarmos na dependência de outros.

Não precisamos da compaixão nem da piedade alheias. Devemos nos levantar sozinhos e seguir adiante, mesmo que não haja ninguém para nos incentivar. Com alegria e determinação, nós assumimos a responsabilidade de transformar nossa vida, nossa vizinhança, a sociedade e o país onde vivemos. (...)

O Budismo não ensina teorias abstratas, ou um modo de vida covarde de se apegar constantemente a algo para sobreviver. Por outro lado, não torna o indivíduo egoísta a ponto de ele mesmo acreditar arrogantemente que ‘eu sou o dono da verdade e mereço consideração’.

Se a pessoa acreditar na grandiosa força vital inerente em sua vida, simultaneamente compreenderá que a mesma força vital existe na vida de todas as outras pessoas. O Budismo ensina que devemos valorizar a vida dos outros da mesma maneira que valorizamos nossa própria vida”.

Todas as citações desta matéria constam nas seguintes fontes: Brasil Seikyo, edição no 1.477, 19 de setembro de 1998, p. 3 e 4 e Ibidem, edição no 1.478, 26 de setembro de 1998, p. 3.
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domingo, 26 de junho de 2011
O Daimoku poderoso de Paraty!
Durante quase 4 anos, de novembro de 2007 até maio de 2011, moramos num local maravilhoso, numa praia a 6 km de Paraty numa simples casa de pescadores caiçaras. O sol e a lua nasciam na frente da casa e o mar entrava embaixo da varanda e do nosso quarto.

Nesse período, fomos muito felizes desfrutando do convívio com a natureza e realizamos vários chakubukus (ensinamos o Nam-Myoho-Rengue-Kyo e apresentamos a prática budista para as pessoas) . Um deles, um casal madrilenho (Patricia e Gabriel) recebeu o Gohonzon na Espanha em novembro de 2010 e estão se destacando na luta pelo kossen-rufu ( paz mundial através da revolução humana de cada um) espanhol.

Meu filho Diego, que morava conosco, decidiu morar sozinho e recebeu seu Gohonzon ( mandala Budista), no Centro Cultural de Angra dos Reis, em setembro de 2010. Atualmente mora em São Paulo, com a mãe.

Porém, em maio deste ano, como toda vez que vencia o contrato de aluguel da casa, o proprietário disse que precisava da casa...

Desta vez, decidimos não negociar mais e respondemos que entregaríamos a casa no dia 10 de junho, data do vencimento do contrato.

No mesmo dia começamos a procurar uma nova moradia. Não é fácil achar uma casa simples, de frente para o mar em Paraty. Muitas pessoas nos disseram que seria impossível...
No fim da tarde, nosso vizinho, um pescador, irmão do dono da casa, nos disse que tinha achado 2 casas, numa praia a 2 km de onde morávamos.

Fomos ver uma das casas e ficamos encantados. Ficava na areia, frente à Ilha do Araújo, e tinha, como na outra casa, 2 quartos, sala, cozinha, varanda e um gramado que a outra não tinha. O valor do aluguel era exatamente igual!

O contrato dos inquilinos, um casal que só usava o imóvel alguns finais de semana ao ano, vencia no final do mês e tudo indicava que não desejavam renová-lo. O proprietário nos disse que a casa era nossa!

Nosso problema estava resolvido!

Mas, os dias iam passando e o proprietário não resolvia a situação com os inquilinos.. .

Faltando 4 dias para entregar a casa onde morávamos, não tínhamos para onde mudar.

Passamos meu 59º aniversário sem perspectivas claras de onde moraríamos.

Faltando 3 dias para entregarmos a casa, uma pessoa que tínhamos conhecido durante a procura nos disse que tinha uma casa do jeito que procurávamos na Ilha do Araújo, uma das maiores ilhas da baía de Paraty.

Enquanto ele ligava para o proprietário, fomos até o cais da praia e pegamos uma carona para a ilha num barco de pescador que já estava saindo.

A casa tem 3 quartos (um a mais que a anterior), sala, cozinha, copa e uma varanda com vista para o mar que fica a menos de 100 metros embaixo da casa.

A vista do mar e do continente, da altura da casa, é espetacular! E está construída no meio da Mata Atlântica e toda sua exuberância. No terreno há várias bananeiras com enormes cachos, coqueiros, jacas, abacateiros, acerola e até aipim (mandioca).

A uns 300 metros, uma praia praticamente deserta com areia fina e águas cristalinas.

E o valor do aluguel é menos da metade do que pagávamos na que morávamos e da outra casa que pretendíamos!!!

Fechamos negócio na hora!

Na noite antes da mudança, fizemos o último chakubuku da casa onde morávamos: um artesão uruguaio, genro de uma chakubuku nossa, também uruguaia, que está realizando a prática provisória ( não recebeu o Gohonzon ainda) há vários meses.

Nossa mudança foi feita num barco de pescadores! Algo que nunca tínhamos imaginado. Como também nunca tínhamos imaginado morar numa ilha num paraíso como é a baía de Paraty!

Pelo que sabemos, nosso Gohonzon é o primeiro consagrado em toda a história da Ilha do Araújo.

Fomos recebidos de maneira maravilhosa pelos moradores da ilha. Alguns nos ofereceram aipim, peixes frescos e camarões.

Estamos realmente encantados!

No terceiro dia na ilha fizemos o primeiro chakubuku na localidade! Ela conheceu o Gohonzon e já está orando Nam-Myoho-Rengue- Kyo. Alguns dias depois, trouxe o esposo para conhecer o Gohonzon e recitar o mantra.

Com menos de 10 dias de ter conhecido o Gohonzon e a prática Budista, já se declara budista e está treinando o Gongyo!

No domingo atravessaram até o continente numa canoa a remo, junto com a Marly, para participar da reunião de palestra em Paraty.

Agora entendemos perfeitamente as razões para virmos morar na Ilha do Araújo! E, mais uma vez, devemos saber aguardar o completo desenvolvimento dos fatos para compreender as situações que estamos vivendo!